Aquele que traz a espontaneidade para o universo das Relações

Em meio a um trabalho exaustivo, que vinha de uma sequência de projetos, feitos com a mera finalidade de projeção, me peguei vagueando em estudos e reflexões aprofundadas.

Não defendo projetos quando não são executáveis, mas como exercício para aprimorar conhecimentos sobre ações e relações humanas, às vezes me permito ganhar tempo com esse tipo de proposta. Considero ganhar porque acredito que ganhar e perder são partes de uma mesma moeda. Lados opostos, sempre presentes em todas as situações e relações. Prefiro olhar e aproveitar o ganho.

Mas enfim…chego então ao tal do:

Engajamento.

Conceito consolidado no mundo da comunicação. Palavra repleta de simbolismos e interpretações. Ora, engajar é muito mais do que envolvimento e interação. É Relacionamento Saudável.

Vamos entender sobre o que faz Engajar. Porque antes de esperar esse resultado absoluto, é preciso resolver a equação. Subtrair excessos, somar eficiências, dividir qualificações e multiplicar conceitos criadores do propósito.

Sabe aquela velha história do gestor que quer fazer a equipe “vestir a camisa” da empresa? Pois é, essa história de camisa parece tão velha, mas ainda hoje é utilizada em grandes organizações e mesmo naquelas que se consideram de alta performance, modernas…

As camisas vão mudando de nome para camisetas, casacos, coletes e por aí vai. Mas, o conceito é o mesmo. Então, vamos pensar o seguinte: como posso vestir a mesma camisa que outro colega? Eu uso P e ele G. Afinal, me digam, empresas contemporâneas, qual é a camisa que esperam que seus colaboradores vistam? Em qual manequim muitos devem se apertar? E para quê?

Certamente não terei a resposta.

Mas, independente do desafio, vamos à solução.

Para conseguir engajar alguém a algo ou a alguma situação é preciso se relacionar com esse alguém. Uau!!! Algo, alguém, alguma…quanta gente por aí.

É isso mesmo. Quanto “algoritmo” a ser considerado nessa equação!

Mas todo e qualquer relacionamento corporativo deve-se partir do princípio da aceitação. E aceitar não é positivar. Mas, conseguir integrar as diversidades comuns a cada um, dentro de uma equipe de trabalho. Isso faz parte da Tecnologia Relacional e de suas estratégias de ativação.

Para fazer essa integração acontecer de forma duradoura e assertiva, todos precisam se sentir parte do todo. Compartilhando de formas diferentes, mas significativas, as ações e os processos criativos concebidos no time.

Quando as pessoas se sentem consideradas e não forçadas, elas são engajadas.

Daí sim, elas são capazes de “levantar a bandeira” de uma causa, movidas pelo propósito pessoal que se unifica ao da determinada causa.

Colaboradores, Clientes, Parceiros, Influenciadores e todos os públicos presentes em uma Cadeia de Relacionamento devem ser sempre convidados e relacionar-se consigo mesmo dentro de um produto ou serviço.

Daí sim e só daí é que se tornam potenciais embaixadores de marcas. Aqueles que saem em favor espontâneo de negócios. Por isso, qualquer solução que se almeje alcançar o objeto de engajamento deve contemplar características diferentes e determinantes daqueles que se pretendem destinar, em suas mais profundas complexidades.

E viva o tal do Engajamento!